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Dia do Nutricionista: aquele que zela pela saúde e qualidade de vida

  • setembro 1, 2026
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Especialista explica o que caracteriza uma alimentação saudável e alerta para os cuidados com informações divulgadas nas redes sociais

Dia do Nutricionista: aquele que zela pela saúde e qualidade de vida

O Dia do Nutricionista é celebrado em 31 de agosto. A data reforça a importância desse profissional na promoção da saúde e da qualidade de vida.

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A atuação do nutricionista vai além de dietas, emagrecimento e restrições alimentares. O profissional avalia as necessidades de cada pessoa e orienta escolhas que possam fazer parte da rotina.

Alimentação individualizada

Segundo Juliana da Rocha Moreira, nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Estácio, cada pessoa apresenta necessidades diferentes.

O acompanhamento nutricional pode ajudar quem deseja melhorar seus hábitos alimentares, organizar a alimentação, praticar atividade física, prevenir problemas de saúde ou simplesmente compreender melhor suas próprias necessidades.

Juliana da Rocha Moreira, nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Estácio
Juliana da Rocha Moreira, nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Estácio

Alterações em exames, doenças, alergias, intolerâncias, mudanças na rotina e dúvidas sobre alimentação ou suplementos também podem exigir orientação profissional.

O nutricionista acompanha diferentes fases da vida, como infância, adolescência, gestação e envelhecimento. Também atende pessoas que praticam atividades físicas ou possuem necessidades alimentares específicas.

O que significa comer bem?

Uma alimentação saudável não depende apenas de restrições, contagem de calorias ou exclusão de alimentos.

O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda priorizar alimentos in natura ou minimamente processados. O documento também orienta limitar os processados e evitar que ultraprocessados sejam a base da alimentação.

“Frutas, verduras, legumes, feijão, arroz, ovos, carnes, leite, raízes e outros alimentos in natura ou minimamente processados podem fazer parte de uma alimentação saudável”, explica Juliana.

A especialista também destaca a importância de variar os alimentos, planejar as refeições e priorizar preparações caseiras quando possível.

Ela ressalta que nem todo alimento industrializado pertence à categoria dos ultraprocessados. Os produtos passam por diferentes níveis de processamento, e conhecer essas diferenças ajuda o consumidor a fazer escolhas mais conscientes.

Redes sociais exigem atenção

As redes sociais também mudaram a forma como as pessoas recebem informações sobre alimentação. Dietas da moda, promessas de emagrecimento rápido e produtos considerados “milagrosos” aparecem diariamente.

Segundo Juliana, o público precisa avaliar com cuidado conteúdos produzidos por pessoas sem formação ou habilitação para orientar sobre nutrição.

Informações que prometem resultados rápidos e garantidos, apresentam um alimento como solução para todos os problemas ou recomendam dietas extremamente restritivas devem ser avaliadas com cautela.

A nutricionista explica que experiências pessoais não substituem uma orientação individualizada baseada em conhecimento técnico e científico.

Uma experiência pessoal pode ser compartilhada, mas não deve ser confundida com uma orientação nutricional individualizada. O que funciona para uma pessoa não necessariamente funciona para outra”, afirma.

Informação também faz parte do cuidado

Diante do grande volume de conteúdos sobre alimentação, o nutricionista ajuda a diferenciar informações confiáveis de recomendações genéricas.

O Guia Alimentar para a População Brasileira também aborda formas de escolher, preparar e consumir alimentos. O material considera aspectos culturais e sociais relacionados à alimentação.

Buscar informação em fontes confiáveis é também uma forma de cuidar da saúde”, conclui Juliana.

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