Nova Friburgo completa um ano sem feminicídio
- novembro 5, 2026
- 0
Marco representa um avanço no enfrentamento à violência contra a mulher e reforça a importância do trabalho desenvolvido pela Deam no município.
Marco representa um avanço no enfrentamento à violência contra a mulher e reforça a importância do trabalho desenvolvido pela Deam no município.

Nova Friburgo completou um ano sem registros de feminicídio. O último caso ocorreu em 30 de outubro de 2025, indicando avanços importantes na preservação da vida das mulheres no município.
Nesse cenário, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) desempenha papel fundamental, com atuação permanente no atendimento especializado às vítimas, na investigação de crimes, na solicitação de medidas protetivas de urgência, na orientação às mulheres e no desenvolvimento de ações de prevenção e conscientização.
O trabalho da unidade também envolve a identificação de situações de risco e a articulação com a rede de proteção, buscando interromper ciclos de violência e evitar que situações de vulnerabilidade evoluam para consequências ainda mais graves.
Um ano sem feminicídio é mais do que uma estatística: são vidas preservadas. A Deam Nova Friburgo reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres, trabalhando diariamente para prevenir a violência contra mulheres e meninas.
Diversos canais são disponibilizados para auxiliar a proteção das mulheres.
Em caso de emergência ou perigo iminente, ligue imediatamente para o 190 (Polícia Militar). Para outras situações, os principais canais de denúncia e apoio incluem o 180 (Central de Atendimento à Mulher), que funciona 24h e oferece acolhimento e encaminhamento, e o 197 (Disque Denúncia da Polícia Civil) ou a Delegacia Eletrônica do estado para registros anônimos ou presenciais.
Além dos telefones, é possível buscar ajuda e registrar Boletim de Ocorrência nas seguintes instâncias:
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams): Unidades da Polícia Civil preparadas para registrar ocorrências, solicitar medidas protetivas de urgência e investigar crimes de violência doméstica.
Ministério Público e Defensoria Pública: podem receber denúncias, oferecer assistência jurídica gratuita e acompanhar o andamento do caso judicial.
Rede de Saúde (Hospitais e UBS): em caso de agressão física, o atendimento médico é prioritário; os profissionais de saúde são obrigados a notificar a autoridade policial sobre a violência identificada.
Centros de Referência (Cras/Creas/Ceams): oferecem apoio psicossocial, orientação jurídica e, em alguns casos, acolhimento emergencial para mulheres e suas famílias.
As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo 180, 197 ou Disque Denúncia estadual (como o 181). É recomendável reunir provas, como fotos de lesões, mensagens e testemunhas, e buscar acompanhamento jurídico para garantir a eficácia das medidas protetivas.