CNU 2025 altera cotas e reserva mais vagas para mulheres
- julho 29, 2025
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Mudanças no CNU 2025 ampliam ações afirmativas e garantem mais oportunidades para mulheres e grupos historicamente excluídos

O Concurso Nacional Unificado 2025, conhecido como “Enem dos Concursos”, traz novidades importantes para quem sonha com uma vaga no serviço público. Com provas objetivas em 5 de outubro e discursivas em 7 de dezembro, a seleção terá 3.652 vagas em 32 órgãos federais. A Fundação Getulio Vargas assume como banca e mantém a divisão por blocos temáticos, facilitando a inscrição. Entre as mudanças, estão a ampliação de cotas para negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, além de uma medida inédita para equilibrar a presença de mulheres na segunda fase. Outra inovação é a substituição do antigo sistema de identificação por um moderno código de barras. As inscrições vão até 20 de julho e a expectativa é de mais de 2 milhões de candidatos.

Com provas marcadas para outubro e dezembro, o Concurso Nacional Unificado 2025 traz mudanças importantes em cotas e vagas para valorizar a inclusão e modernizar o processo seletivo. Primeiramente, o novo edital reforça as ações afirmativas, amplia oportunidades e busca maior equilíbrio de gênero nas carreiras públicas.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos divulgou a segunda edição do CNU, conhecido como “Enem dos Concursos”. Ao todo, serão 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais.
Em primeiro lugar, a banca organizadora será a Fundação Getulio Vargas, que substitui a Cesgranrio. Além disso, a estrutura por blocos temáticos será mantida. Essa divisão, com nove grupos, permite apenas uma inscrição e aumenta as chances de aprovação. As provas objetivas ocorrerão em 5 de outubro e as discursivas em 7 de dezembro.


Entre as novidades do edital estão a ampliação das ações afirmativas. Ademais, foram mantidas as reservas para negros (25%), indígenas (3%), quilombolas (2%) e pessoas com deficiência (5%). Outra decisão inédita será garantir que metade das vagas da segunda fase seja ocupada por mulheres em cargos com baixa participação feminina. Essa iniciativa busca corrigir distorções históricas.
Segundo Luiz Rezende, coordenador do Qconcursos, a medida não se trata de cotas, mas de um ajuste justo. Por exemplo, se 90 candidatos forem convocados para a segunda fase e houver 50 homens e 40 mulheres, mais 10 mulheres serão chamadas conforme a pontuação obtida. Assim sendo, o equilíbrio aumenta a presença feminina.

Para cargos de nível superior, haverá 90 questões, sendo 30 gerais e 60 específicas. Para nível intermediário, serão 68 questões no total. Como resultado, apenas os habilitados na primeira etapa farão a prova discursiva, que terá dois textos para nível superior e uma redação para nível médio. “As provas buscam selecionar candidatos vocacionados para o serviço público”, destaca Juliana de Almeida, professora de Direito da Estácio.
Outra mudança é o fim do sistema de identificação por “bolinha”, substituído por código de barras, modernizando a correção. Por outro lado, a estrutura do núcleo comum de conteúdo será mantida.
Posteriormente, com expectativa de 2 milhões de candidatos, o CNU 2025 pretende refletir a diversidade do país por meio de inclusão e igualdade de oportunidades. Para concluir, as inscrições vão até 20 de julho e os interessados devem se preparar para essa seleção que fortalece cotas e vagas para todos.

Estudante de Jornalismo e Marketing Digital, com experiência em comunicação, copywriting e produção de conteúdo.

