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Fogos e balões provocam incêndios florestais e crime ambiental na Serra

  • janeiro 2, 2026
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Fogos e balões seguem entre as principais causas de incêndios florestais na Região Serrana, configurando crime ambiental com penas severas.

Fogos e balões provocam incêndios florestais e crime ambiental na Serra

Os incêndios florestais continuam sendo uma grave ameaça às áreas verdes da Região Serrana do Rio. A soltura de fogos de artifício e balões próximos à vegetação é uma das principais causas desses crimes ambientais, como o ocorrido recentemente em Teresópolis. Além de destruir a biodiversidade e colocar vidas em risco, a prática é considerada crime ambiental, com penas que podem chegar a quatro anos de prisão. As multas também foram endurecidas, ultrapassando R$ 3.000 por hectare atingido. Enquanto alguns ignoram as consequências, equipes de guarda-parques atuam na linha de frente para conter o fogo e preservar o patrimônio natural. A conscientização e a prevenção seguem como as formas mais eficazes de combate.

Incêndios florestais seguem ameaçando áreas verdes da Serra

Antes de tudo, a soltura de fogos de artifício e balões próximos a áreas verdes permanece entre as principais causas de incêndios florestais na Região Serrana. Em primeiro lugar, o episódio registrado ontem, em Teresópolis, reforçou o alerta ambiental em toda a região.

Além disso, o fogo avança rapidamente sobre áreas de Mata Atlântica. Como resultado, animais silvestres perdem habitat e morrem. Consequentemente, o equilíbrio ambiental sofre danos profundos e, muitas vezes, irreversíveis.

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Crime ambiental tem punições cada vez mais severas

Em primeiro lugar, a legislação brasileira enquadra quem provoca incêndio em mata ou floresta como autor de crime ambiental. Além disso, o Artigo 41 da Lei nº 9.605/1998 prevê pena de até quatro anos de reclusão, bem como aplicação de multa.

Portanto, o poder público decidiu endurecer as punições. Como consequência, as autoridades aplicam multas que podem ultrapassar R$ 3.000,00 por hectare atingido. Assim sendo, os prejuízos financeiros se somam aos danos ambientais.

Guarda-parques atuam diariamente na linha de frente

Enquanto isso, muitas pessoas continuam soltando fogos sem avaliar os riscos. Por outro lado, equipes de guarda-parques enfrentam o avanço das chamas para proteger o patrimônio natural da região.

Da mesma forma, esses profissionais atuam em áreas de difícil acesso. Além disso, lidam com calor extremo e riscos constantes. Por isso, a prevenção segue como a estratégia mais eficaz contra novos incêndios.

Por fim, a conscientização coletiva se mostra essencial para reduzir os incêndios florestais e preservar as áreas verdes da Serra. Em síntese, respeitar a lei e o meio ambiente é uma responsabilidade de todos.

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