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Janeiro Branco em Friburgo destaca nutrição e saúde mental

  • janeiro 6, 2026
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Janeiro Branco em Friburgo destaca como a nutrição influencia a saúde mental, o equilíbrio emocional e a prevenção de transtornos alimentares.

Janeiro Branco em  Friburgo destaca nutrição e saúde mental

O Janeiro Branco reforça a importância da saúde mental e evidencia o papel da alimentação no equilíbrio emocional. Em Nova Friburgo, especialistas destacam que nutrientes como ômega-3, vitaminas do complexo B e triptofano contribuem para o funcionamento cerebral e o bem-estar psicológico. Ao mesmo tempo, o consumo excessivo de ultraprocessados pode aumentar sintomas de ansiedade e depressão. A matéria também aborda o desejo por doces, explicando que ele pode estar ligado a fatores emocionais e comportamentais. Práticas como o comer consciente e o acompanhamento nutricional especializado ajudam a construir uma relação mais saudável com a comida. Integrada a outros cuidados, a alimentação se torna uma aliada fundamental na promoção da saúde mental.

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Janeiro Branco e a importância da alimentação para a saúde emocional

Antes de tudo, o mês de janeiro marca a campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre saúde mental nutrição. Em Nova Friburgo, o debate ganha ainda mais relevância ao considerar como os hábitos alimentares influenciam o equilíbrio emocional e psicológico.

Em primeiro lugar, é importante compreender que não comemos apenas para nutrir o corpo. As emoções influenciam escolhas alimentares e, da mesma forma, a alimentação impacta diretamente o bem-estar mental. Trata-se de uma relação de mão dupla que afeta corpo e mente.

Nutrientes essenciais para o cérebro

Além disso, alguns nutrientes exercem papel fundamental na saúde cerebral. O ômega-3, presente em peixes, chia e linhaça, auxilia a cognição e pode reduzir sintomas depressivos. Vitaminas do complexo B, encontradas em carnes, ovos e laticínios, participam da produção de neurotransmissores.

Igualmente importantes, minerais como magnésio, zinco e ferro favorecem a comunicação entre neurônios. Já o triptofano, presente na banana, aveia, cacau e leite, atua como precursor da serotonina, neurotransmissor ligado ao humor e ao bem-estar.

Janeiro Branco: no mês sobre a conscientização da saúde emocional, saiba como a nutrição influencia no bem-estar psicológico

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Alimentação equilibrada e saúde mental

No entanto, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados está associado ao aumento de sintomas ansiosos e depressivos. Por isso, padrões alimentares equilibrados tendem a contribuir para a estabilidade emocional.

Segundo Cleverton Madeira Barbosa, nutricionista comportamental e docente da Estácio, não existe alimento milagroso. Portanto, manter regularidade nas refeições e respeitar sinais de fome e saciedade favorece o humor e a energia diária.

O desejo por doces e o comportamento alimentar

A título de exemplo, a vontade por doces pode surgir como resposta ao estresse ou à busca por prazer imediato. Apesar disso, o problema surge quando o doce se torna uma estratégia para lidar com emoções difíceis.

Consequentemente, dietas restritivas e jejuns prolongados aumentam a ansiedade e elevam o risco de transtornos alimentares. Assim sendo, o acompanhamento nutricional comportamental ajuda a identificar gatilhos e reduzir a culpa associada à comida.

Comer consciente como aliado

Em seguida, práticas como o comer consciente promovem uma relação mais saudável com a alimentação. Sentar com calma, evitar telas e mastigar devagar melhora a digestão e aumenta a saciedade.

Em síntese, cuidar da mente exige atenção a diversos fatores. A alimentação, quando integrada à psicoterapia, atividade física e acompanhamento médico, oferece suporte valioso. Por fim, compreender a alimentação como aliada fortalece a promoção da saúde mental nutrição.

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