Saúde mental: Janeiro Branco mostra alta nos atendimentos no RJ
janeiro 22, 2026
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Janeiro Branco mostra alta dos atendimentos em saúde mental no RJ e reforça a urgência de prevenção e fortalecimento da rede pública.
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O Janeiro Branco trouxe à tona um cenário preocupante sobre a saúde mental no Rio de Janeiro. Dados da Secretaria de Estado de Saúde indicam mais de 169 mil atendimentos relacionados ao sofrimento psíquico nas UPAs estaduais entre 2023 e 2025. O crescimento é contínuo e atinge principalmente mulheres jovens. O Samu também registrou aumento expressivo de ocorrências ligadas a transtornos mentais. Para enfrentar o avanço da demanda, o estado investe na capacitação dos profissionais e na articulação com a rede especializada. O levantamento reforça a importância da prevenção e do cuidado contínuo em saúde mental.
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Janeiro Branco RJ chama atenção para um cenário preocupante no estado do Rio de Janeiro. Antes de tudo, dados da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro mostram que mais de 169 mil atendimentos relacionados à saúde mental foram registrados nas UPAs estaduais entre 2023 e 2025.
Primeiramente, o levantamento revela que o sofrimento psíquico tem chegado com frequência cada vez maior aos serviços de emergência. Além disso, o aumento constante das ocorrências reforça a necessidade de ampliar o debate sobre prevenção e cuidado. Por isso, o Janeiro Branco ganha ainda mais relevância neste contexto.
Atendimentos crescem de forma contínua nas UPAs
Em primeiro lugar, os números indicam crescimento ano após ano. Em 2023, as UPAs estaduais contabilizaram 50.624 atendimentos. Posteriormente, em 2024, o total subiu para 60.058. Em seguida, 2025 registrou 64.400 ocorrências.
Além disso, os principais quadros atendidos incluem ansiedade, transtorno do pânico, insônia e estresse. Como resultado, as emergências passaram a lidar com uma sobrecarga emocional crescente. No entanto, especialistas alertam que muitos casos poderiam ser acompanhados antes de se agravarem.
Mulheres jovens concentram a maior parte dos casos
O recorte por gênero e faixa etária revela um dado sensível. Em síntese, mulheres entre 20 e 29 anos concentram a maior parte dos atendimentos nas UPAs estaduais. Entre 2023 e 2025, esse grupo apresentou crescimento de 38% nas ocorrências.
Por outro lado, gestores associam o aumento a fatores como pressão social, insegurança, sobrecarga de responsabilidades e impactos das redes digitais. Embora o cenário seja complexo, ele evidencia a urgência de políticas públicas integradas.
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Samu também registra aumento expressivo
Enquanto isso, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também enfrenta reflexos diretos da crise. Entre 2023 e 2025, o serviço atendeu mais de 75 mil ocorrências relacionadas a transtornos mentais ou comportamentais.
Consequentemente, o Samu passou a investir em capacitações periódicas para qualificar os atendimentos. Além disso, o preparo das equipes busca garantir uma abordagem mais humanizada e eficiente em situações de crise.
Rede de saúde investe em capacitação e articulação
Para começar, a Secretaria de Saúde intensificou a formação contínua dos profissionais das UPAs. Ademais, promove articulações com municípios e serviços especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial.
Dessa forma, a estratégia visa garantir acompanhamento além do atendimento emergencial. Em resumo, o objetivo é fortalecer a prevenção, reduzir agravamentos e ampliar o cuidado em saúde mental em todo o estado.
Saúde mental como prioridade permanente
Por fim, o Janeiro Branco RJ reforça que a saúde mental deve ser tratada como prioridade permanente. Para concluir, os dados evidenciam a necessidade de ampliar o acesso à informação, ao acolhimento e às políticas públicas voltadas ao cuidado psicológico.