Polícia Civil investiga ameaças a depósitos de gás em Friburgo
- agosto 25, 2026
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Comerciantes relatam cobranças de R$1.300 por mês e ameaças; alguns depósitos fecharam na última semana.
A Polícia Civil investiga denúncias de ameaças e cobranças feitas a responsáveis por depósitos de gás em diferentes regiões de Nova Friburgo. Segundo a corporação, o caso é apurado em conjunto com o Ministério Público e, neste momento, as investigações ocorrem sob sigilo.

Segundo os responsáveis pelos estabelecimentos, criminosos estariam cobrando cerca de R$1.300 por mês para que os depósitos continuassem funcionando. De acordo com os comerciantes, o valor corresponderia a aproximadamente dez botijões de gás.
Os relatos apontam que as ameaças aconteceriam por telefone e também presencialmente. Os comerciantes afirmam que os suspeitos fariam pressão e utilizariam ameaças para exigir o pagamento de uma espécie de “taxa de segurança”.
Ainda segundo os comerciantes, os R$ 1.300 seriam, na prática, uma espécie de “aluguel” cobrado para que os depósitos pudessem continuar funcionando.
Campanha Agsto lilásOs comerciantes relatam que as ameaças começaram no final do ano passado, mas se tornaram mais frequentes no último mês.
Diante do medo, alguns estabelecimentos fecharam as portas na última semana. Os comerciantes afirmam que a situação tem gerado preocupação entre os responsáveis pelos depósitos.
Apesar dos relatos, a Polícia Civil informou que, até o momento, nenhum comerciante procurou a delegacia para registrar oficialmente uma ocorrência sobre as supostas ameaças.
A corporação, porém, tomou conhecimento das denúncias e realiza diligências para apurar a procedência das informações e identificar os responsáveis.
Segundo a Polícia Civil, as ameaças são atribuídas, nos relatos recebidos pela corporação, a supostos traficantes do Morro do Floresta.
A polícia ainda investiga a origem das ameaças e quem estaria por trás das cobranças. A informação sobre a suposta participação de traficantes ainda não foi confirmada como autoria.
Enquanto o caso é apurado, segundo a Polícia Civil, ações contínuas das polícias Militar e Civil são realizadas na região do Floresta para levantar informações e tentar identificar os responsáveis.
A investigação é conduzida pela Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público e ocorre, neste momento, sob sigilo.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria das ameaças ou sobre a participação efetiva de integrantes do tráfico nas cobranças. As investigações continuam.
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Jornalista com experiência em assessoria de imprensa, telejornalismo e Webwriting
